Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 29/06/2020
Em 1896 à 1980, 300 milhões de pessoas morreram por conta da varíola, isso ocorreu, pois ela era contagiosa e foi transmitida de cidadão para cidadão. Hodiernamente, esse cenário se repete, visto que estamos no meio da pandemia do covid-19, onde milhares de pessoas estão morrendo. Isto deve-se pela falta de responsabilidade da população e do governo que não levam as medidas preventivas a sério.
Vários fatores contribuem para o aumento de epidemias, tais como: falta de saneamento básico, hábitos alimentares poucos saudáveis, poluição, condições climáticas, estresse e drogas. Com o aumento dos índices dessa doença, além das várias mortes que são geradas, o Produto Interno Bruto(PIB) dos países é gravemente afetado, posto que a aglomeração tem que ser evitada para a doença não se proliferar, então os horários e os comércios são reduzidos, industrias fechadas e há grande queda na bolsas de valores.
Lamentavelmente, ainda há uma enorme desigualdade social no Brasil, isso contribui ainda mais com o alastramento desse mal, de tal forma que nas favelas, por exemplo, vivem várias pessoas na mesma residência e muita desinformação, gerando pânico e aumento no riscos de contágios.
Por tais razões, com o intuito de atenuar ou erradicar a situação, o Ministério da saúde deve arremeter em campanhas a fim de conscientizar a sociedade no que ela deve fazer diante dessas situações e nas fiscalização como na limpeza das moradias das pessoas e lugares públicos. A Polícia Militar deve à risca aplicar multas nas cidades, Polícia Rodoviária Federal e Estadual nas rodovias, caso a população esteja saindo desnecessariamente. “Toda hora é hora para fazer o que é certo” -Martin Luther King.