Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 29/06/2020

Em meados da segunda metade do séc. XIV houve a proliferação da peste bubônica, conhecida como peste negra e hodiernamente, a população foi acometida por outra doença, mais especificamente um vírus – COVID-19 cujo está em estado de calamidade pública. A sociedade passa por este momento de histeria coletiva por influência das mídias sociais e da negligência governamental.

A histeria coletiva provém das mídias sociais que acabam desencadeando medo e desespero nas pessoas através de suas notícias que muitas vezes não condizem com a verdadeira realidade, como por exemplo o número de mortes que certas epidemias podem trazer. Pode se dizer que a epidemia é a elevação brusca, temporária e acima do esperado de uma doença em várias regiões próximas ou interligadas, como vários bairros de uma mesma cidade, etc.

Seguindo a linha de raciocínio, a negligência por parte do governo pode trazer diversos riscos à saúde dos cidadãos de uma sociedade, seja por não cuidar do saneamento básico, ou por não se atentar para os turistas tanto de seu próprio país, quanto os visitantes. Como citado no princípio, a peste negra foi a pior epidemia que atingiu a Europa, causada por uma bactéria comum em roedores, especificamente ratos.

Entende-se, portanto, que o governo deve se atentar para as causas mais básicas da sociedade, como um bom saneamento, fazendo assim com que cada representante do Estado se atente para seus próprios Estados, consequentemente, a necessidade básica da sociedade será sanada. As mídias que se enquadram no setor publicitário devem procurar saber todos os fatos verídicos antes de publicarem algo, lembrando sempre que o intuito deles é exibir os fatos e não aterrorizar a sociedade.