Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 26/06/2020
Desde a Idade Média já temos conhecimento de pandemias, como houve o caso da Peste Negra entre os anos de 1346 a 1353, onde ocorreu milhões de mortes na Europa, mas nunca se sabe quando pode acontecer novamente e nem qual o impacto irá ocasionar nas vidas das pessoas e na sociedade, logo, atualmente estamos passando por uma nova pandemia, o medo e a luta contra essa doença tomam conta de nosso cotidiano, trazendo mudanças significativas e urge debater esses problemas de modo a encontrar soluções reais.
No final de 2019, na China ocorreu grandes casos de pneumonia na cidade de Wuhan, após o alerta feito pela OMS(Organização Mundial de Saúde) ocasionou preocupações, porém as pessoas e o governo reagiram com indiferença, pois no início tratava-se apenas de uma “pequena pneumonia” até então em janeiro de 2020 atingir vários ouros países e afetar todo o mundo, dadas às pesquisas médicas trata-se do Covid-19 apesar de sua aparição em 1937 foi isolado, mais conhecido como Coronavírus, que variam de infecções assintomáticas a doença respiratória transmitida por contato e pelo ar, com sintomas semelhantes ao resfriado, contando já com mais de 400 mil óbitos no mundo, principalmente de idosos no qual fazem parte do grupo de risco, foram adotadas inúmeras normas para evitar a propagação do vírus, tais como o uso de álcool, mascaras, luvas, quarentena onde ficam isoladas em suas casas, comércios tiveram que fechar as portas e foi proibido aglomerações em espaços públicos. Entretanto, no Brasil já contamos com mais de 54 mil mortes e 1 milhão de novos casos confirmados de acordo com o balanço atualizado pelo Ministério da Saúde no dia 26/06/20, com números absolutos o país é o segundo mais afetado pelo Coronavírus em todo o mundo. A primeira ocorrência confirmada foi no estado de São Paulo, o mais atingido, o homem havia contraído a doença na Itália, que já estava com elevados números de casos e mortes.
Portanto, para que não ocorra a evolução dessa epidemia a sociedade deve estabelecer atitudes de empatia e solidariedade, segundo o filosofo Friedrich Nietzsche “A desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos", contudo o vírus afeta a todos independente das classes sociais, e há inúmeras pessoas pobres precisando de ajuda e apesar do auxílio emergencial, muitos ainda estão vivendo em condições precárias, e cabe ao Estados e o Governo e garantir total cuidados a população e materiais aos postos médicos, reformulando o SUS (Sistema Único de Saúde) para que todos e além daqueles que necessitam do auxílio do governo consigam ser atendidos e não passem por dificuldades, salientando também cuidados aos saneamento básico, poluição do meio urbano, e disponibilizando materiais de higienes e alimentos, para que a raça humana possa sobreviver ao caos.