Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/06/2020
A sociedade enfrentou epidemias por muitos séculos, como, por exemplo a peste negra, doença que se espalhou pela Europa no século XIV. Nos dias de hoje, a sociedade está enfrentando mais um surto de uma doença infecciosa, dessa vez, o covid-19, que por se espalhar muito rapidamente, faz da falta de leitos em hospitais uma grande preocupação que gera histeria na população, o que pode ser agravado com ações indevidas do governo.
O primeiro problema é o isolamento social. Para lidar com doenças altamente infecciosas, o governo normalmente opta por uma quarentena forçada, o que traz consequências negativas. Além de ser uma violação de liberdade, essa situação aumenta a histeria por que leva muitos dos cidadãos a perderem seus empregos e a pararem de interagir uns com os outros, o que traz um impacto psicológico negativo para eles, aumentando a preocupação.
Outro problema é o comércio, por que, em períodos de epidemia, alguns produtos tendem a ficar mais caros, por que os cidadãos passam a ter uma demanda maior por eles, diante desse problema, muitos governos decidem proibir os comerciantes de venderam seus produtos a preços muito altos, porém, segundo mostram os estudos do economista Ludwig Von Mises, regular preços impede o calculo econômico e geram problemas para a economia. Qualquer problema econômico pode levar ao aumento de escassez dos produtos, o que, em uma epidemia, vai agravar ainda mais a o medo desproporcional da população.
Assim, percebe-se que, para evitar ou, não piorar a histeria coletiva da população, é necessário que o governo interfira o minimo possível na situação e respeite as liberdades individuais dos cidadãos, se limitando apenas a conscientiza-los, campanhas e propagandas.