Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 24/07/2020
No momento atual do nosso país e do mundo o nível de “epidemia”, já foi superado, pelo vírus que surgiu ano passado na China, que ocasionou em uma forte infecção respiratória, nomeada de COVID-19, que pode derivar de uma gripe habitual até complicações alarmantes, como a pneumonia. Este vírus tomou proporções assustadoras, como citado anteriormente, deixou de ser uma epidemia e alcançou o patamar de pandemia (quando uma doença se espalha rapidamente por um país, continente ou em todo o globo).
Caso boa parte dos países (principalmente o Brasil) não apresentassem desleixo em relação á expansão do vírus pelos países, e se precavessem de antemão com táticas e elaborações de contenção da doença, logo a mesma não se alastraria de forma tão significativa pelos continentes.
Contudo, relembremos que, em meados do século XIV, surgiu a Peste Bubônica que ficou conhecida como a Peste Negra na qual a doença é causada pela bactéria Yersinia pestis, que atingiu todo o continente Europeu neste século. E assim como a COVID-19 os historiadores acreditam que o vírus surgiu em algum lugar da Ásia Central e foi transportada por genoveses para o continente europeu, que resultou na morte de milhares de pessoas, segundo estimativas cerca de 1/3 de toda população europeia morreu por conta da peste negra, porém existem estatísticas que apontam metade da população europeia veio a óbito.
Após contextualizar o ponto é que, como tivemos experiências passadas era para estarmos cientes do perigo que esta calamidade poderia causar, porém os governos tiveram despreocupações sobre o assunto e a população, especialmente no Brasil, foram e alguns ainda são tolos e ignorantes, pois abordavam o tema como algo que nunca aconteceria em nosso território. Logo se todos tivessem cooperado, os governos precavidos e a população conscientizada o vírus não teria tomado esta proporção.