Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/07/2020
Desde antiguidade, há a presença de inúmeras epidemias, a varíola, por exemplo, que assolou grande parcela da sociedade, e por meio disto, também nota-se casos de vírus como a ebola e a cólera, que resistem firmemente até hoje. Sendo, possível relacionar uma semelhança que as adentram, o pânico geral, denominado de histeria coletiva. Entretanto, os incentivadores são: a falta de alicerce da mídia e a má gestão do emocional e psicológico existente na maioria da população.
A partir disso, é perceptível, o bombardeio de diversas informações nos meios de comunicação precursores de desesperança, devido à quantidade de notícias que impulsionam a negatividade, ocasionando vários questionamentos frequentes que beiram à nossa existência, presente em uma das falas de Jean Paul- Sartre, um dos maiores representantes do existencialismo, que transmite que “um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão.”
Igualmente, há também diferentes meios que espalham a perseverança contra as epidemias hodiernas, no entanto, a forte influência de muitos indivíduos com uma péssima administração do psicoemocional, favorece para transtornos. Como há de se perceber de maneira crua, a população mundial com ansiedade, segundo a OMS, é representada por 33%.
Por conseguinte, é necessário conter estas problemáticas. Através de campanhas de empresas jornalísticas, com instrumentos e recursos já obtidos para serem feitas reportagens mais brandas, com o objetivo de amenizar a tensão coletiva. Em conjunto, com as instituições de saúde para executar projetos de auxílio, com verbas provenientes do governo, a fim de aprimorar o campo psíquico e emocional da sociedade. Deste modo, o mundo poderá passar por estes momentos críticos com resiliência.