Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 23/07/2020
No mundo já houve diversas outras epidemias aterrorizantes que causaram surtos coletivos por todos os países assim que era descoberto aquela doença no local. Hodiernamente, algumas epidemias que eram causas de grandes histerias assim que caiam nos jornais, são tratadas como bobagem. Cito sobre isso, a Aids, uma epidemia que infecta cerca de 150mil por ano no Brasil e na qual as pessoas tem mais medo de engravidarem do que pegar esta doença e assim como as outras. Antes em 1980, nos EUA essa doença foi motivo de pânico e agora, apenas bobagem. As causas disso são a ignorância de muitos e escassez de avisos. A ignorância e a falta de vontade por busca de informações das pessoas só aumentam. Como havia citado, as pessoas tem mais medo de engravidar do que pegar a doença. A gravidade disso é alarmante, pois dessa maneira o indivíduo trata esta causa como algo irrelevante, não cuidando de si mesmo e nem do parceiro. Desta maneira, principalmente no carnaval, acaba passando pra um e para outro, depois outro até estarem diversos infectados. E daquelas que engravidam, podem correr o risco de passar para o feto. Assim, no fim das contas, a ignorância e falta de cuidado apenas trazem malefícios a si mesmo e a outros. Agora falando sobre informações. Apesar de que a quantidade de pessoas infectadas pode ter diminuído dos anos 80 pra cá, ainda é sim necessário estar alarmando a causa como algo gravíssimo, porque é, de fato. Como havia citado, são 150mil infectados por ano no Brasil, imagine só quantos outros pelo resto do mundo! Além de que, esta doença não possui cura, apenas tratamentos e ainda há risco de morte. Então sim, apesar de que há alguns avisos, ainda é necessário muito mais. Desta maneira, as pessoas poderiam estar melhor informadas e tentarem levar um pouco mais a sério as causas que tal epidemia pode causar. Portanto, é preciso que estas problemáticas se resolvam imediatamente. Sobre a escassez de avisos, muitas comunidades de situação deplorável não possuem tanto acesso à tecnologia, desta maneira, poderiam distribuir cartazes e outdoors citando o assunto ou até mesmo palestrantes falando sobre isso pela comunidade, assim citando sobre na mídia, seria uma boa forma de alertar e trazer mais informações para aqueles que são ignorantes, como já fazem com a educação sexual em escolas para orientar os jovens.