Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 31/07/2020

No auto da Lusitânia, sátira ao comportamento moral português o dramaturgo Gil Vicente por meio da ambiguidade define dois personagens: “todo mundo” e “ninguém”, enquanto o primeiro comete os mais graves desvios da moral e da lei, o segundo cumpre fielmente o seu papel social. É sob esse prisma que se é visto a questão das epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva que são ocasionados principalmente pela disseminação de fake news e pela falta de esclarecimento do governo. Primeiramente, diariamente nos deparamos com milhares de fake news que só impulsionam o pânico mundial e são nocivas para a sociedade, fazendo as pessoas não saberem ao certo em que acreditar e acabando disseminando informações falsas. Em segundo lugar, vemos o descaso do governo em relação a pandemia com a finalidade de evitar crise no país e tentar minimizar os perigos do agente patogênico em questão. Prova disso é quando Bolsonaro, atual presidente do Brasil trata a COVID-19 como uma “gripezinha”, porém essa atitude causa o contrário do efeito esperado e acaba intensificando ideias tendenciosas sobre o governo o que só intensifica o caos na sociedade. Portante, deve-se fiscalizar as notícias falsas e coibir a disseminação das mesmas, bloqueando e penalizando o criador de tal notícia. Além de que os governos devem ser honestos quanto a situação de pandemias ou epidemias, por meio de anúncios que conscientizem a população do problema afim de aumentar a confiabilidade do governo e garantir maior conscientização da população