Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/07/2020
No filme Contágio (2011), vemos uma Sociedade enfrentando um terrível vírus emergir e desencadear um medo e histeria da população. A drama se passa com a comunidade internacional tentando achar a cura para o vírus, que abala o mundo e resolver o pânico geral. Fora da ficção, a humanidade, ao longo de sua história, vivenciou vários momentos marcantes, como as últimas epidemias de Sars, Dengue e Ebola. Doenças que, despertaram medo e a insegurança coletiva. Isto se deve ao medo que o ser humano tem do novo e a falta de conhecimento científico sobre tais epidemias e sua massiva divulgação de notícias nas mídias.
Com o advento da ciência, a sociedade, tornou-se muito mais confiante na medicina, diferente da sociedade antiga, menos desenvolvida e pouco acessível. Entretanto, ainda há um certo desespero quando a ciência não consegue responder ou combater às doenças emergentes.
Por conseguinte, a mídia tem papel fundamental na informação e divulgação, alertando e instruindo a população, de como agir e evitar uma possível infecção. Mas, o sensacionalismo provocado pela imprensa é impactante, a ponto de levar as pessoas a histeria coletiva e pânico desordenado. É válido ressaltar, que, as fake news contribuem para o desespero coletivo. Uma vez que, a população se vê perdida e abandonada. Como se não bastasse, as pessoas precisam ter mais consciência da higiene pessoal e ambiental, seguindo sempre às orientações das instituições de saúde.
Por fim, para amenizar caos e fragilidade da saúde pública, faz se necessário mais investimentos em pesquisas científicas e insumos nos grandes centros do país. O controle das informações veiculados das mídias sociais contribuiria para o trabalho dos agentes de saúde, assim como, políticas públicas para a educação ambiental. Seguindo esses pressupostos, as pessoas poderiam se sentir mais seguras e amparadas pelo estado, libertando-as do medo e insegurança que tanto afligem a população.