Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 13/04/2020
É certo que muitas pandemias já assolaram o Mundo, tal como: a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) em 2002, H1N1 em 2009 e agora o Novo Coronavírus (COVID-19). É inegável que essas enfermidades trazem problemas a saúde física, no entanto, afetam a saúde psicológica e financeira muitas vezes de forma ainda mais grave.
Sabe-se que o (COVID-19) foi declarado como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visto que há grandes focos da mesma doença em vários lugares do mundo. A principal medida de sua contenção e o isolamento social, fato esse que fomentou o desequilíbrio das pessoas. Nesse contexto (OMS) alerta para o aumento de transtornos de ansiedade e depressão, que serão desencadeados por conta do isolamento. Além disso, o psiquiatra brasileiro Claudio Martins, afirma que: “25% da população brasileira possui algum grau de depressão e que a falta de cuidados durante o isolamento pode fazer esse número disparar”.
Por outro lado, há o problema com a higidez financeira das pessoas. As medidas de paralisação de comércios e industrias, certamente vão causar uma grave crise econômica. É notório que países em subdesenvolvimento como o Brasil, serão os mais afetados com o aumento maciço do desemprego, criminalidade e miséria. Posto isso, não há dúvidas quanto a perturbação social comunitária que vai eclodir.
Diante disso, é necessário que as autoridades fiquem atentos a os efeitos colaterais da histeria coletiva, principalmente com saúde mental e econômica da população. Campanhas publicitarias e medidas em conjunto dos Ministério da Saúde e da Economia, são essenciais para mitigar esses efeitos, ou seja, orientações corretas e ajuda financeira governamental podem acalmar a histeria da população.