Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 03/05/2020
A epidemia se define com uma ocorrência maior do que o esperado de uma doença em uma região. Ao se analisar de que é um fluxo de contaminação superior ao imaginado, as consequências podem serem fatais, no sentido de mortes de pessoas e de falência econômica. Portanto, antes de ser observado uma incidência epidêmica é necessário uma maior divulgação de informações a respeito da doença e suas causas para diminuir o efeito de histeria coletiva.
Assim que se inicia propagar uma doença o governo busca adotar medidas para se controlar e se possível erradicar o problema. Mas, grande parte da população por não ter um conhecimento básico anterior a respeito da mazela acaba por difundir causas e consequências da enfermidade de forma contraditória a verdade. Em virtude dessa divulgação popular indevida, o efeito na sociedade pode ser de subestimação ou de superestimação da epidemia.
Por consequência, se a doença for subestimada as medidas que deveriam serem tomadas acabam sendo consideradas um excesso de prudência, logo não é necessário serem seguidas. Como resultado se tem uma maior proliferação da doença e suas consequências. Mas, se a doença é superestimada, o comportamento das pessoas dessa região epidêmica se torna estranho, não conseguem entender os reais motivos e efeitos da doença, criando um sentimento de histeria coletiva. De forma de que começa a serem tomados medidas que prejudicam tanto a pessoa, por exemplo a doença paranoia e tanto comunidade, como exemplo a escassez de remédios devido a estocagem indevida.
Portanto, a fim de controlar um cenário desafiador surgido de uma epidemia é necessário se ter uma sociedade informada. Logo, o governo federal através do ministério da saúde deve sempre estar fazendo conscientização da população sobre doenças e medidas preventivas e através do ministério da educação deve aumentar a carga horária e cobrança no estudo escolar a respeito das enfermidades.