Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 08/04/2020

Certamente, revendo períodos históricos, relacionados a saúde, é perceptível reconhecer e mudar hábitos que nos afetaram desastrosamente em momentos difíceis como a própria pandemia. Porém, a utilização da forma correta de se agir nessas situações também tem suas consequências.

Sobretudo, a “Revolta da Vacina”, sendo um momento em que a má higienização, o descuido com o meio e consequentemente, as mortes causadas pela escolha a não vacinação são palpáveis, tem sido uma exemplificação de como não agir em momentos de angústia pela saúde. Bem como, na ficção de Aluísio Azevedo, “O Cortiço”, seu costume de comparar personagens a animais é claro, para o autor, os hábitos são os mesmos. Afinal, a inteligência de lavar as mãos, tomar banho regularmente e se portar de forma saudável é o que faz a diferença.

Ademais, na realidade isso não seria diferente em tempos de pandemia esses pequenos cuidados tem nos diferenciado e protegido repetidamente, a quarentena se tornou o símbolo da proteção e a histeria coletiva o oposto dele. Porém, como resultado, os cidadãos tem deixado seus estilos de vida, juntamente com trabalho e salário mensal como medida preventiva, a economia sofre desde que o covid-19 começou a causar falecimentos na população. Por isso,é preciso que ocorra o equilíbrio entre saúde e economia.

Portanto, para que esse controle aconteça é mister que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual, utilizando as leis para controlar o estilo de vida do grupo de risco, que deve continuar em casa tomando seus devidos cuidados, opostos a  “Revolução da Vacina”, e o que poderá sair somente para atividades essenciais, causando assim uma melhora econômica para o indivíduo e o país.