Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/04/2020

A chamada Revolução Técnico Científica trouxe inúmeras transformações para a sociedade,dentre as quais está o desenvolvimento e uso das tecnologias em diversas áreas,como a saúde.Em contrapartida,pode-se dizer que essa modernização foi acompanhada do surgimento e reinserção de doenças em níveis epidêmicos,as quais são motivo de preocupação da população.Diante desse quadro é fundamental a tomada de medidas que visem a redução dos casos e impactos no meio.

Comenta-se com frequência sobre o COVID-19,que teve seu primeiro caso na China,em Wuhan,no final de 2019 e,posteriormente,tornou-se uma pandemia,sendo responsável por milhares de mortes e pela adoção do regime de isolamento social em diversos países,como o Brasil,Itália e EUA.Nesse contexto,ocorreu o aumento do desemprego e da fome,além do desenvolvimento de distúrbios de ordem psicológica na população,cujo resultado é um colapso na vida das pessoas e um abalo das estruturas sociais,de forma semelhante ao descrito por José  Saramago,na obra “Ensaio sobre a cegueira”.

Ademais,o surgimento de epidemias,como a Dengue, Ebola, Varíola e Febre Amarela é resultado de inúmeros fatores como a precariedade de saneamento básico em alguns locais,o intenso fluxo de pessoas e as mutações de aguentes causadores,o que enfatiza a ideia de Anomia,proposta por Durkhein.Segundo essa teoria,as mudanças repentinas na sociedade tornam as normas obsoletas,o que gera um sentimento de incapacidade e vazio nos cidadãos.

Portanto,a fim de combater as epidemias,o governo deve atuar juntamente com a população por meio de campanhas para conscientizá-la a adotar medidas de prevenção,além de fornecer algum tipo de auxílio ,por exemplo ,o financeiro,caso necessário.Por último, os profissionais da saúde devem agir com recurso da promoção de palestras nos bairros que abordem formas de transmissão e prevenção das doenças, além de auxiliar e acompanhar os doentes para um tratamento adequado.