Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 11/04/2020
No filme “Epidemia”, uma equipe de médicos corre contra o tempo para impedir a propagação de uma doença desconhecida. Na narrativa, fica claro o pânico que os indivíduos passam com a notícia do vírus e como os cidadãos possui uma falta de cuidados com a prevenção. De fato, fora da ficção, tal contexto assemelha-se ao atual cenário, e como a sociedade contemporânea não consegue lidar com um contágio mundial. Diante dessa perspectiva, observa-se uma problemática presente.
Primeiramente, é fundamental compreender a ineficácia da disseminação das informações. De acordo com o pensador Sigmund Freud, à Histeria é uma neurose caracterizada e formada pela a ansiedade e o medo. No entanto, muitos indivíduos chegam a ter um desequilíbrio emocional devido a exibição de informações implícitas e mal organizadas na mídia, trazendo como consequência o aumento de transtornos psicossomáticos e prejudicando o controle de pandemias e epidemias globais. Logo, é crucial um remanejamento das notícias expostas nos meios de comunicação.
Outro fator determinante do problema é a negligência da população. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, o fato social é a maneira de agir e pensar, exercendo determinadas regras de adaptação em uma comunidade. No entanto, nota-se que o pensamento do sociólogo encontra-se abolida, uma vez que muitas pessoas não utilizam os equipamentos de proteção individual corretamente, intensificando a contaminação na sociedade.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual. Desse modo, cabe ao Governo em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações reestruturar a maneira que é transmitido as informações, por meio de invertimentos governamentais. Além disso, é fundamental que o Ministério da Saúde oriente a população sobre a importância da prevenção, através de suportes de campanhas publicitárias. Assim sendo, tais medidas seriam eficientes para combater a totalidade do problema.