Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 10/04/2020
A facilidade no deslocamento permite com que milhares de pessoas viagem de um lugar ao outro em menos tempo. Porém, tal situação tem o seu lado ruim, pois pode acabar disseminando doenças muito mais rápido e com uma área de alcance maior. Quando isso acontece surgem as epidemias, as quais afetam todo o sistema de saúde e econômico dos países.
Nessa perspectiva, a notícia de uma nova epidemia pode provocar um pavor exagerado em algumas pessoas, causando uma histeria coletiva. Também, quando a epidemia chega ao país ocorrem as superlotações em hospitais, que não suportam a grande demanda de pacientes e acabam por ficar sem leitos disponíveis. Isso, agrava ainda mais a situação da doença no país, pois se não há leitos para todos não haverá tratamento para todos, logo mais mortes registradas e um pavor maior.
Além disso, a Organização Mundial da Saúde(OMS) tem o papel de informar como tal epidemia age e quais os riscos que ela traz. Uma das recomendações aos países é a política de isolamento social. Com o isolamento, várias lojas acabam fechando e o comércio diminui drasticamente. O menor fluxo de pessoas nas ruas ajuda a frear o pico da doença e diminui o índice de disseminação. Por outro lado, muitas famílias ficam sem renda devido ao fechamento por tempo indeterminado dos seus negócios, além de muitos perdem os empregos devido aos cortes de gastos nas empresas diante da crise instalada pela epidemia.
Portanto, é necessário um plano governamental para atender suas respectivas populações da melhor forma, tanto economicamente quanto na questão da saúde. Nesse planejamento é necessário a construções de hospitais móveis, para prevenir a superlotação e ajudar no tratamento de um número maior de pessoas. Na questão financeira seria necessário um apoio as comunidades mais carentes, fazendo um depósito estipulado para as pessoas que precisam. Em conjunto a isso é essencial um suporte da mídia para espalhar as informações e deixar todos cientes da situação.