Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 17/04/2020
A população, que em sua maioria vive em condições quase sub humanas, vê-se diante de tais epidemias despreparada para enfrentá-las. Frequentemente o Estado não tem políticas sociais adequadas para garantir a saúde da população perante uma pandemia. O inicio do surto é repentino, provocando na população uma histeria diante do medo de não saber como se cuidar e cuidar do seus, pela simples falta de informação conclusiva dos meios de comunicação.
Consecutivamente, a população espera que o governo desenvolva meios de proteção mas não faz a sua parte no intuito do combate a essas doenças tão prejudiciais. O que impulsiona essas novas epidemias, na sua maioria, é o contato direto entre os seres infectados, independente de classe social, credo ou cor.
Espera-se que o cuidado com o meio ambiente traduza-se como a fonte principal para frear as crises epidêmicas, porém sabemos que isso não é ‘levado a sério’ pelos governantes. O sistema único de saúde (SUS) não proporciona o atendimento adequado. Sendo assim, uma adequação da administração pública otimizando a prevenção e o tratamento, implicariam em um combate mais efetivo às moléstias e consequentemente a população se sentiria mais amparada diante do respeito dos seus governantes e apoiaram as medidas cabíveis para combater os riscos, além de não se prestar a atitudes impensadas e intempestivas de histeria coletiva.
Diante de tais argumentos, é de se supor que campanhas de vacinação e prevenção de doenças, encabeçadas pelo ministério da saúde e seus agentes, diminuiria o impacto de novos surtos de contágios infecciosos. Porém, a conscientização da população por meio de uma mídia engajada que contribua com a veiculação de reportagens e documentários que enfatizem a sua participação no combate e prevenção às doenças,evitaria a proliferação das epidemias, e o surto psicótico dos seres humanos