Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 15/04/2020

Na África Ocidental, o ano de 2014 marcou a morte de muitas pessoas pelo vírus ebola, cuja letalidade é superior à 51%, pela Organização das Nações Unidas. O microrganismo era presente em morcegos da região, que ao serem consumidos, infectaram seres humanos. Visto isso, há necessidade da criação de providências miniminizadoras entre o contato humano e animais silvestres. Ademais, epidemias geram um risco abrangente em âmbito social, psicológico, econômico, e em sua grande maioria, poderiam ser obstadas por meio do combate a fome, à quem é responsável indiretamente pelos surtos.

Outrossim, países que passam por crises infectológicas tendem ao movimento econômico decrescente, como acontece no Brasil em 2020 e os casos do vírus chinês, covid-19, que resultam num cenário de reclusão de 5,3% em relação ao produto interno bruto nacional, consoante ao Fundo Monetário Internacional. Uma esfera financeira desse gênero, resulta em desemprego, cujo sintoma é a histeria coletiva junto ao medo de como sobreviver à tais circunstâncias.

Todavia, durante a instalação da ditadura comunista chinesa, o Governo Oriental tinha dificuldade em alimentar 900 milhões de pessoas, e acabou por legalizar o consumo de animais selvagens. Por conseguinte, animais infectados por diferentes doenças ainda são vendidos em feiras livres, espacialmente localizadas nas áreas mais pobres do país. A partir de práticas como essa, surtos de doenças podem ganhar grandes proporções de infectados, além de causar impactos em toda sociedade.

Visto esses acontecimentos, é necessário uma mudança na forma como os países lidam com a fome e a pobreza extrema presente hoje no mundo, pois é notório que esse cenário é um resultante direto do surgimento de epidemias. Portanto, a criação de um órgão internacional, por parte da Organização das Nações Unidas, que cobra uma razão da riqueza monetária dos países, e a utiliza para oferecer subsistência à populações de risco seria uma medida racional ao combate pandemias.  E ao mesmo tempo evitaria possíveis crises econômicas globais. Com a utilização de ações com a supracitada, provavelemente, o mundo teria um menor número de epidemias significativas.