Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 30/04/2020

É sabido que epidemia é a proliferação de uma doença infecciosa que ataca ao mesmo tempo vários indivíduos de certa população em algum determinado lugar, um surto que dura por um certo tempo. O número de contaminados em uma epidemia pode variar muito, tanto por causa do lugar onde a doença está espalhada, quanto a própria doença e até mesmo o estado de imunidade da população que vive naquele certo lugar. Podemos observar ao longo da história várias epidemias em diversas partes do mundo.

Podemos observar ao longo da história várias epidemias em diversas partes do mundo. Como por exemplo o surto de ebola que aconteceu entre os anos de 2013 e 2016 na região da África Ocidental, em países como Libéria e Guiné e trouxe a óbito mais ou menos 11.000 pessoas, sendo que por volta de 28.000 foram infectadas. Outro exemplo é a epidemia do vírus covid-19, conhecido como Corona Vírus, que começou em uma pequena cidade da China no final de 2019, mas que no primeiro trimestre de 2020 já havia se tornado uma pandemia mundial.

Cada epidemia é diferente, agrava os desafios que outras tiveram e traz novos a cada dia. Em países mais precários, por exemplo, um grande desafio é a higiene da população, pois a falta dela muitas vezes ajuda na proliferação da doença. Em outras regiões o maior desafio pode ser a idade média da população, quanto mais velhos menor é a imunidade e mais fácil é contrair-se a doença.

Todos esses desafios trazem muito medo e temor para toda a população, não só para os que vivem na região onde a doença está sendo transmitida, mas também para países vizinhos que acabam ficando apreensivos quanto a alta proliferação da doença. O que pode acabar infectando mais gente, transformando uma epidemia de um país ou região em uma grande pandemia. Consequentemente fazendo com que muitas pessoas se contagiem com a doença, que podem trazer a morte.

Uma possível solução para esses problemas seria a melhora do saneamento básico em países precários e em periferias dos países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Outra solução para caso a doença já tenha se transformado em uma epidemia é a quarentena vertical, ou seja, isolamento vertical, onde somente os grupos de risco se isolam do resto da sociedade. Claro que cada doença tem seu grupo de risco, mas na maioria dos casos é o grupo de pessoas com a imunidade baixa, como por exemplo: idosos acima de 60 anos e pessoas portadoras de diabetes.