Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 17/04/2020
No filme “Guerra Mundial Z”, é retratado o impacto global de um vírus que além de transformar pessoas em zumbis, provoca um cenário de mortes em massa. Analogamente, no mundo em pleno século XXI, é comum o surgimento de epidemias que são consideradas extremamente letais, visto que grande parcela da população mundial é acometida pela desinformação acerca dos perigos e dos cuidados necessários e pelas precariedades dos serviços de saúde. Diante disso, é necessário estabelecer que alienação popular e a falta de investimentos em saúde pública, em alguns países, cria um sentimento de histerismo na humanidade.
Primeiramente, é valido destacar que a falta de conhecimento dos indivíduos a respeito das precauções é fator chave para a eclosão de doenças e pânico. No ano de 2019, eclodiu na China, o Covid-19 ou Coronavírus, que por sua vez se alastrou por inúmeros países periféricos e desenvolvidos. Esse alastramento culminou em um número assustador de óbitos, forçando assim, a declaração de emergência por parte da OMS(Organização Mundial da Saúde). Esse estado de emergência implicou em medidas como isolamento social, uso de máscaras e uma maior higiene por parte dos indivíduos. No entanto, uma grande fatia da sociedade não possui um conhecimento “firme” que garanta o respeito pelas medidas preventivas, ocasionando por sua vez uma maior dilatação da doença e do desespero.
Entretanto, existe outro antígeno que contribui para a propagação das moléstias e das histerias coletivas. Os desvios de verbas públicas praticados por alguns representantes de alguns países, impactam diretamente na área da saúde e, por conseguinte, acarreta na precariedade dos hospitais, que sem equipamentos não terão capacidade de atender e subsidiar o gigantesco contingente de doentes. Entre esses país arremetidos pelo escasso investimento em saúde está o Brasil. Segundo dados divulgados pela OCDE(Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em 2019, o Brasil está entre os últimos países no ranking de investimentos em saúde, implicando por sua vez em uma preocupação dos cidadãos no contexto da ocorrência de grandes epidemias.
Fica evidente, portanto, que medidas ser tomadas para garantir a superação das epidemias na contemporaneidade. A OMS deve por meio de parcerias com emissoras de TV, criar documentários que expliquem aos indivíduos leigos a necessidade das práticas de prevenção e atenuamento, a fim de que estes deixem de ser vetores para a disseminação de doenças. Cabe também ao Conselho de Segurança da ONU(Organização Nações Unidas) juntamente com órgãos jurídicos de cada país, implementar leis severas de punição aos políticos que praticam a politicagem, para que dessa forma a saúde pública seja garantida. Dessa forma, as epidemias serão contidas e à histeria será cessada.