Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 17/04/2020

No Brasil não é incomum reações histéricas e sem reflexão por parte da população em frente há algum tipo de epidemia, é incerto e um tanto incoerente culpar a população quando o governo de forma ineficaz informa-os de maneira que os deixam confusos em como agir diante do problema, mostrando assim o quando o governo potencializa seus casos de epidemia por falta de informação e auxílio.

Em princípio epidemias são extremamente constantes no território brasileiro, porém os surtos são mais graves em regiões mais precárias e com falta de recursos como saneamento básico, segundo a pesquisa do site Ecologia Hoje " grande parte das epidemias como a dengue seriam evitadas com auxílio do saneamento básico á todos, diminuiria os surtos em 45%". Entretanto a falta do saneamento básico é popular, devido a impotência do governo em ajudar quem precisa, deixando-os como grupo de risco de doenças, que têm como fatores a falta de higiene, saneamento entre outras condições precárias, segundo o site Estadão “cerca de 29 á cada 50 famílias não têm acesso a saneamento básico, sendo que 16 dessas 29 estão mais propensas a terem imunidade baixa”, mostrando mais uma vez que o governo potencializa cada vez mais suas epidemias devido a falta de suporte.

Contudo, falar que apenas a falta de saneamento básico é o problema é um erro, a escassez de informações de como agir em surtos epidêmicos é uma grande lacuna nas escolas, pois as crianças crescem sabendo muito pouco o que torna mais fácil haver histeria quando adultos, tornando mais difícil a assimilação deste adulto sobre como agir nesta situação, segundo a revista Educação " o melhor momento de aprendizado é na infância, pois lá ocorre a formação de caráter e quanto mais aprende mais se torna resiliente". Posto que existem muitos problemas acerca da grande expansão de doenças e histeria sobre elas, é inaceitável que ainda existam pessoas sem acesso a saneamento básico e a educação, que são vertentes que inexistentes potencializam várias doenças, segundo o jornal Todo Dia " cerca de 8 a cada 15 pessoas que não tem acesso a água potável e nem a um circuito de esgoto também não tem acesso a educação escolar".

Sendo assim, deve-se haver uma medida extremamente eficaz por parte do governo, intensificar a educação e o acesso da mesma, para que seja ensinado desde os primeiros anos escolares a como agir diante de uma epidemia a fim de evitar histerias e disseminações. Porém o governo deve auxiliar quem não tem saneamento básico e providenciá-lo, para que diminua a propagação de muitas doenças que ocorrem através da água suja e da falta de tratamento de esgoto. Dessa forma a população será melhor instruída de como agir em epidemias sem haver pânico, com estas medidas do governo diminuirá  também as porcentagens de surtos epidêmicos.