Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 17/04/2020

Ao longo das décadas foram retratadas diversas epidemias patológicas, como a de H1N1 e o coronavírus, as quais afeta setores sociais importantes de cada país. Tendo em vista recentes ocorrências no Brasil, a propagação de fake news e as medidas adotadas pelo governo podem causar grandes conflitos de interesses e gerar histeria social por parte da população.

De acordo com a psicóloga Kátia Gandolpho Cunsolo, os casos de corona virus tem características típicas da histeria social, boa parte dos autônomos e trabalhadores ficam amendrontados com as contas no final do mês, empréstimos e dívidas uma vez que no Brasil a porcetagem de trabalhadores informais chega a 41,4%, aponta estudo o IBGE, ocasionando um conflito entre o trabalho e a permanência em casa.

Muito se tem discutido sobre a informação distribuída à população, pois, conforme o Atlas da Notícia do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, 70 milhões de brasileiros não possuem acesso à informação, e cerca de 62% dos brasileiros não sabem reconhecer uma notícia falsa logo, a histeria se dissemina de uma forma alastrante, porque sem as devidas informações cada vez mais brasileiros propagam mentiras e o caos, preocupando a sociedade e trazendo desentendimentos.

Portanto, para que a histeria coletiva não desestabilize a estrutura social, o Ministério da Saúde em parceria com as mídias, escolas, e centros recreativos o Ministério da Economia, deve promover campanhas comunitárias e palestras de véu educacional para prevenção da disseminação de fake news estabelecendo uma informação embasada em conceitos sociológicos e científicos, afim de repassar essa notícia a toda a comunidade, além de fornecer um auxilio emergencial e desacelerar os empréstimos a partir de acordos com os bancos nacionais, afim de estruturar uma sociedade progressista e rica em conhecimentos culturais.