Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 18/04/2020

Após a pandemia causada pela peste negra no ano de 1347, que devastou a Europa e matou cerca de 200 milhões de pessoas, é normal que qualquer sinal de epidemia ou doença que possa se alastrar com facilidade e cause um medo na população, acabe gerando uma histeria coletiva. Antigamente epidemias acontecem o tempo todo por conta da falta de informação sobre a doença e o descuidado que as pessoas tinham devido a falta de informação.

Primeiramente é possível dizer a histeria coletiva não é uma novidade para a humanidade, tendo em vista que em meados de 1882, a tuberculose causou diversas mortes e um pânico geral em todo o mundo, principalmente por não haver uma cura ou meio de se evitar na época. A histeria acaba sendo ruim por conta dos diversos problemas causados psicologicamente como temor, pânico e ansiedade.

Atualmente é muito mais fácil evitar esse tipo de acontecimento com a divulgação de medidas preventivas e de como agir de maneira correta, porém com a facilidade do meio de comunicação vem a histeria coletiva e informações falsas, através das redes sociais, onde atitudes preventivas falsas como, por exemplo, no caso do novo coronavírus, ingerir água morna com sal e vinagre acabou “viralizando” mesmo sendo uma atitude que não traga benefícios tanto para evitar como para uma melhora em relação a doença.

Portanto, é necessário que a própria sociedade verifique a veracidade das informações para que não haja dúvidas, diminuindo assim a incerteza gerada pela desinformação, além de que, é necessário um auxílio governamental em relação ao combate do medo acerca de epidemias, através de campanhas de conscientização online, com o intuito de diminuir ou acabar com o medo causado pelo pânico coletivo.