Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 21/04/2020
É normal nessa época de pandemia, se alastrar não só por países ou pessoas, mas pelas redes sociais também. Atualmente, é a vez da COVID-19 (corona vírus) que desde o começo, na China, várias redes sociais entre outros meios de comunicações, pessoas de vários outros países tem acesso a informações sobre o vírus.
Desde a sua chegada ao Brasil, o maior estado com registros de casos confirmados é São Paulo e atrás vem o Rio de Janeiro. Logo as duas metrópoles globais no país. Com certeza seriam os primeiros lugares para chegar o vírus.
Com base nas estatísticas, o país que atualmente tem mais casos é os EUA, que já passou a Itália e está com 800.264 casos, o Brasil 40.814.
Um dos países que mais está sofrendo com essa pandemia é a Índia, que tem recorde de casos em 24 horas. Tudo isso por muitos fatores: alguns trabalhadores ainda estão em suas fábricas, mas mesmo assim muitos estão indo embora, preferindo áreas rurais e até morando em árvores. Mas o maior fator é a higiene, lá mais ou menos 750 milhões de pessoas não tem acesso a uma rede de esgoto.
Em um cenário atual de pandemia, temos também muitas consequências, principalmente para a população que depende diretamente de um emprego, como: profissionais autônomos. Outro problema, são as pessoas que trabalham em empregos com a convivência com outras, como: profissionais da saúde, quem trabalha em mercados, padarias e farmácias. Assim, essas são as pessoas que tem maior risco além do próprio grupo de risco.
Com isso, não temos muito o que fazer além do que as autoridades pedem, ficar em casa, andar de máscara e cabelo preso na rua. Um dos mais importantes é se manter informado sobre a situação atual do país ( tomando cuidado com os sites) e ficar longe do grupo de risco. Esse é o melhor a se fazer no momento.