Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 22/04/2020

Epidemias e pandemias sempre foram assuntos presentes no cotidiano do brasileiro e de todo o mundo. Sempre há uma nova doença, um novo vírus e um novo transmissor. Apesar de esse assunto ser tão decorrente e tão abordado, por que agora está sendo discutido em escalas muito maiores e frequentes?

O coronavírus surgiu na cidade de Wuhan, na China. Esse vírus teve sua origem no mundo animal, porém com a devastação do meio ambiente e a constante mercadorização de animais selvagens, foi possível para esse vírus chegar aos seres humanos. Havia, até então, 6 tipos diferentes de mutações conhecidas pela humanidade. Agora, com o COVID-19, são sete.       Com o crescente número de mortes e grande facilidade de contágio, o mundo todo entrou em alerta. A doença que aparecia nos noticiários sobre a China, chegou rapidamente em todos os continentes. A velocidade e facilidade com que esse vírus se espalha é assustadora. Para prevenir o colapso do sistema de saúde e mortes em massa, os governos do mundo todo decidiram fechar o comércio e todo lugar que se possa ter aglomerações. Isso inclui escolas, shoppings, faculdades, restaurantes e locais públicos. As pessoas foram recomendadas a ficar em casa e apenas sair por motivos extremamente necessários.

Em decorrência disso, o histerismo e a preocupação entraram em alta. Pessoas estocando alimentos sem necessidade, acabando com os estoques de máscaras e álcool em gel antes que todos pudessem ter acesso.

De repente, uma questão que era apenas sobre saúde virou política. Os representantes mais importantes do país entraram em guerra: saúde x economia. Como proceder quando nem mesmo seus líderes não sabem a solução?

Em meio ao caos, o importante é seguir as recomendações feitas pelas autoridades de saúde e ficar em casa. O medo de empobrecer nunca deve ser maior do que o medo de morrer.