Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 15/05/2020

Epidemias ocorrem o tempo todo por vários lugares do mundo. Já aconteceram dezenas de grandes epidemias como a da cólera, dengue e, uma que nos afronta em mais destaque atualmente, a epidemia do corona vírus. Mas uma coisa toda epidemia tem em comum: a histeria coletiva.

Não é sempre que as pessoas lidam com essa situação da melhor forma. Um exemplo bem explícito é que a dengue continua aflorando muito no Brasil mas ainda existem casos de vasos de plantas, pneus e lagões de água parada que proliferam a criação do mosquito Aedes Aegypti. Apesar da grande leva de informação atualmente(por causa da tecnologia avançando) parece que a população não se comove com a quantidade de problemas que podem ser tratados apenas com conscientização e prática de hábitos as vezes simples mas que tem um grande impacto.

Já do outro lado da moeda, existem epidemias que são tratadas de forma exagerada como um fenômeno sociopsicológico. Um exemplo que pode ser citado é a epidemia de desmaios na Cisjordânia, que ocorreu em 1983 onde aconteceram muitos casos de desmaios e tontura. Palestinos acusavam israelenses de usarem uma guerra química para expulsar os árabes de seu território. Foi comprovada essa alão dos israelenses mas foi constatado que 80% dos casos decorreram do surto psicossomático e só 20% realmente foram causados pelos gases espalhados.

Sendo assim uma epidemia deve ser tratada de forma muito meticulosa, seguindo conselhos deixados por profissionais da saúde, anúncios feitos pelo governo, etc. Por isso a histeria coletiva  deve ser combatida para não haverem surtos de preocupação excessiva que só leva a prejuízo, mas também não ignorar o que nos é informado.