Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 04/05/2020

No período pós guerra em 1918, estourou a crise de gripe espanhola no mundo, devido ao processo de globalização vigente, a contaminação se espalhou com facilidade entre os continentes, o que gerou em milhares de mortes em um curto espaço de tempo.Fator o qual gerou grande histeria na população global e em virtude ao fácil acesso de notícias cibernéticas na sociedade contemporânea brasileira, uma epidemia causaria grande desespero, porque as notícias chegariam de forma espantosa e em grande quantidade para o povo e para o Estado.Dessa forma, a integração do comércio nas ruas necessária para o funcionamento do modelo econômico e o preparo das instituições  de saúde seriam problemáticas fatais.

O convívio em locais públicos é fator essencial para a proliferação dos vírus, os principais centros econômicos seriam os primeiros a sofrerem com esse fenômeno. Como ocorreu agora em 2020, com a pandemia do coronavírus, o Estado de Nova Iorque decretou a suspensão do ano letivo e também a bolsa econômica caiu em 25%.O que demonstra que a crise epidêmica afeta não só a área da saúde, mas também o setor econômico e administrativo.Desse modo é evidente que uma epidemia geraria muitos malefícios para o capitalismo.

Ademais, a necessidade imediata de produtos para hospitais e de salas para atendimento cresceria exuberantemente.Como ocorreu com a pandemia da varíola, onde os hospitais ficaram lotados e os próprios médicos se recusavam a atender com medo de ser infectado, pessoas morriam em suas casas e tinham seus corpos jogados nas ruas.Visto que não tinha o preparo para recebimento de tantos pacientes, a superlotação gerou no aumento no número de infectados e de mortes.Em síntese, é notório que onda ocorre sorrateiramente e se prolifera de forma acelerada.

Torna-se evidente, portanto, as consequências e a maneira em que a histeria atinge uma epidemia.Logo cabe ao Estado, juntamente á mídia, intervirem através propagandas e notícias que alertem a situação e os estudos sobre a doença que está sendo propagada, com o intuito de alertar e prevenir a proliferação, e que o Ministério da Educação promova sistemas de ensino a distância((EAD) que seja eficiente e alcance toda a população, por meio de aulas online e distribuição de livros extensivos com o fito de mitigar a perda do ano letivo.Só assim o cenário de extremo desequilíbrio poderá ser minimizado.