Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 29/04/2020

Após a Segunda guerra mundial, em 1918, a Gripe Espanhola, considerada como “Mãe das epidemias”, foi e ainda é a maior pandemia que se tem notícia, visto que se espalhou rapidamente ao redor do globo. De maneira análoga, ocorre com as epidemias comtemporâneas, como a da COVID–19, que sofreu uma mutação e se disperçou aceleradamente pelos continetes. Tal situação, torna-se uma problemática grave, uma vez que os vírus possuem um alto índice de contágio e oferece uma emergência na saúde global. Nessa perspectiva, torna-se válido ressaltar que a situação se torna mais grave pela omisssão governamental de alguns países, bem como a negligência comportamental da sociedade.

Em primeiro plano, é importante destacar que as nações devem agir rapidamente contra a disseminação dos vírus. Entretanto, os presidentes de alguns países negligenciaram a problemática e não adotaram medidas preventivas, como o de isolamento social, a fim de que reverta a curva exponencial do contágio e não ofereça uma emergência na saúde global. Prova disso, ocorreu nos EUA, o qual durante o início da epidemia do COVID-19, negligenciou a ‘‘quarentena’’ e logo após alguns meses se tornou o país com maior número de óbitos causados pelo vírus por dia. Consequentemente, nota-se que as imperfeições do dirigismo governamental colaboram para o aumento da crise.

Além disso, vale destacar que a displicência do corpo social coloca em risco toda a saúde global. Segundo o filósofo São Tomás de Aquino, um problema social grave só pode ser solucionado através de ações humanas desencadeadas pela mobilização ao próximo. Contudo, isso não se torna realidade, uma vez que a população promove estereótipos sobre a questão, pelo fato de não terem conhecimentos reais da gravidade da situação e se negam tomar medidas preventivas. Tal realidade, demontra o quanto torna-se importante deter-se a conscientização da sociedade, para que a emergência na saúde não se torne clara e incontrolável.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir o combate à disseminação de doenças epidêmicas. Por isso, cabe ao Ministério da saúde, no papel de controlador destas doenças, por meio de investimentos governamentais na infraestrutura de hospitais e pesquisas científicas, para suportar enfermos e encontrarem vacinas, afim de conter a epidemia. Ademais, cabe às ong’s, no papel de prestador de serviços à sociedade, por meio de grupos online que incentivem e informem os cidadões à cerca de cumprir com seus deveres na tomada de medidas preventivas no combate às epidemias, com o intuito de projeteger a sociedade contra os vírus causadores de pandemias. Dessa maneira, o problema poderá ser solucionado e evitar que ocorram pandemias como a Gripe espanhola em 1918.