Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 02/05/2020
O sociólogo Durkheim postulou o termo “anomia social” para se referir ao estado de caos na sociedade, o qual se aplica à questão das epidemias contemporâneas e seus desafios. Nesse sentido, cabe salientar que movimentos contra vacina são cruciais para o agravamento das epidemias. Ademais, vale ressaltar que a falta de cuidado e consciência coletiva. Por isso, é de suma importância que haja medidas para reverter essa situação.
Nesse contexto de empecilhos relacionados a epidemias, é notório nos últimos anos o crescimento de conspirações contra vacinas, que consiste em um grupo de pessoas que acreditam que essa maneira de prevenção adoece a população, e por conta disso se recusam a seguir o calendário de vacinação. Dessa forma, leva ao aumento do número de casos de doenças na sociedade: toma-se, como exemplo, o sarampo, que havia sido erradicada no Brasil em 2016, mas voltou a circular em 2018 por consequência de atitudes egoístas dos indivíduos e do desconhecimento acerca das vacinas. Com isso, exibe o quão prejudiciais são essas ações para a nação.
Ainda nesse viés, é perceptível a falta de cuidado e consciência de parte da sociedade, visto que todos os anos, de acordo com o Ministério da Saúde (MS) o pico da epidemia de dengue no país ocorre todos os anos no verão, o que exibe a falta de trato da população com essa situação. Desse modo, a falta dos cuidados essências para a não proliferação do mosquito causador, Aedes Aegypti, como não deixar água parada e aceitar a entrada dos agentes de saúde nas residências para verificar e orientar a respeito, reverbera de forma negativa para o coletivo, que pode ser atingido por dengue, chicungunha e zika, pois essas são causadas pelo mesmo transmissor. Assim sendo, é preciso alterar essa realidade.
Portanto, para resolver essa questão, é necessário que o Estado atue, por meio dos Ministérios da Saúde(MS) e educação (MEC) ao veicular na mídia e instituições de ensino os contra argumentos do movimento antivacina, ao exibir as consequências de se seguir esse pensamento. Somado a isso, o MS deve reiterar a população a importância dos agentes de saúde como aliados no combate a doenças, já que esses fiscalizam e ensinam como se prevenir de possíveis focos de agentes transmissores, por exemplo. Por conseguinte, paulatinamente, conseguir-se-à atenuar os desafios relacionados as epidemias contemporaneas .