Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 29/04/2020
Na obra “Utopia”, de Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social se caracteriza pela ausência de conflitos e problemas. Contudo, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que epidemias são uma barreira para atingir o plano de More. Esse cenário antagônico é fruto da má gestão do sistema de saúde pública, como também a atuação da OMS nesse contexto. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses assuntos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é de extrema importância pontuar a gestão do sistema de saúde pública, que está intimamente ligada ao número de mortes causados por determinada doença. Segundo o pensador inglês Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da sociedade, entretando isso não ocorre no Brasil. Desse modo, necessita-se a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, é imperativo ressaltar a atuação da OMS, quanto as epidemias, e de maior modo com as pandemias, as quais englobam todo o mundo. Partindo desse pressuposto, é necessário que a organização mundial da saúde tenha um governo imparcial que tenha como objetivo o bem-estar da população mundial. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, pois uma má gestão na organização mundial da saúde dificulta a cura e o tratamento de epimedias.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessa maneira, com o objetivo de mitigar as consequências de uma epidemia, necessita-se, com urgência, que o Tribunal de Contas da União direcione capital para o órgão de saúde, que irá investir através de equipamentos e conscientizações. Desse modo, estaremos mais preparados para lidar com as epidemias.