Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 05/05/2020

Atualmente por mais que já tenhamos passado por diversas doenças, epidemias, pandemias, isso não faz com que as pessoas estejam preparadas para que, em uma nova doença, não entrem em histeria coletiva, que somado aos maus hábitos higiênicos, que já trazemos desde sempre, pode aumentar o número de infectados pelo COVID-19.

A histeria coletiva nada mais é do que um surto histérico de diversas pessoas. Como exemplo, na nossa atual situação do COVID-19, a histeria é caracterizada pelas pessoas saírem comprando desenfreadamente  produtos que é de grande importância para todos  (comida, máscara, álcool, luvas), achando que isso vai preveni-los e que estão fazendo o correto, mas na verdade isso pode acabar prejudicando quando se trata do coletivo.

A higiene é outro fator importante em meio a essa pandemia. Em nosso dia-a-dia normal já não levamos nossa higiene muito a sério, como por exemplo, não lavamos nossas mãos com tanta frequência, não utilizamos o álcool (em gel ou normal) para nos limparmos ou limparmos os objetos, não usamos máscaras quando estamos doentes. Mesmo que seja só uma gripe comum, esses hábitos de higiene poderiam evitar contagiar  outras pessoas.

Portanto, em meio a essa crise é inevitável pensar em possíveis atitudes que façam com que se diminua a propagação da doença. Muitas pessoas por conta do que lêem ou vêem ( muitas vezes fake news), tomam atitudes impulsivas como o estoque de mercadoria. Como solução à histeria coletiva não devemos sair comprando, fazendo estoque de comida, remédio, álcool, produtos no geral, pois isso pode fazer com que surjam impactos negativos na economia. Outro modo de prevenção é também manter os hábitos higiênicos, como, lavar bem as mãos constantemente e passar álcool em gel, e o isolamento social, como determinado por meio de decreto de alguns prefeitos e governadores.