Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 05/05/2020
O medo é a “chave” para ter prudência frente a algo que o indivíduo, ou sociedade, teme. Nesse sentido, doenças epidemicas que marcam a contemporaneidade pode modificar o comportamento social de uma população. Por isso, é imprescindível compreender que os efeitos do mundo pós globalizado e o desenfreado compartilhamento de fake news colaborou para que o mundo esteja mais histérico diante de fatores pouco conhecidos.
Em primeira análise, existe uma linha tênue entre ter uma populção histérica e ter indivíduos prudentes, diante do comportamento de doenças pouco conhecidas pela ciência. Hoje, com o acesso mais facilitado aos meios de comunicação e à internet, as informações se dão de forma mais instantânea e com livre espaço de compartilhamento. Muitas dessas noticias são as fake news, que colabora negativamente com o processo de difusão de informações a cerca do tratamento e prevenção das doenças epidemicas. Isso foi o que mais corrobou para o processo da histeria antivacina em 2019. Por esse motivo, muitas fake news que negam a ciencia médica contribuem para a fragilização da saúde pública, deixando a população mais histérica e sem compromisso com o que de fato é prudente.
Outrossim, é importante ressaltar que desde que o mundo começou a interligar seus continentes para estabelecer relações comercias por meio das explorações territórias, ou navegações, na idade media, já se transportava de um local para outro, doenças altamente contagiosas, como foi a Peste Negra, por exemplo. Atualmente, com a decretação de que o Covid-19 elevou seu nível de epidemia para pandemia global pela OMS (Organização Mundial da Saúde), atingindo assim todos os continentes do globo. Parte da população em meio a histeria e medo, agiu com xenofobia aos estrangeiros e preconceito aos brasileiros que fizeram viagens ao exterior, apontado cupados para o surgimento da doença no país. No entanto, hoje se sabe que o fato de o mundo está globalizado colaborou para o rápido espalhamento de doeças pelos continentes.
Portanto, a histéria frente as epidemias da atualidade é resultado da falta de informatização da sociedade. Nesse sentido, é mister medidas para solucionar essa problemática. O Ministério da Saúde deve ultilizar-se dos meios de comunicação destinando verba para reforça campanhas de conscientização da população desmentido boatos a respeito de doenças e informando a maneira correta de como proceder. É necessarío, também, que se faça justiça a respeito do compartilhamento de fake news, o poder legislativo deve elabora leis para punir quem compartilha notícias falsas. Só assim, a sociedade poderá enfrentar doenças pouco conhecidas sem histeria, mas sim, com prudência.