Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 06/05/2020

Tendo em vista a atual situação epidêmica que o mundo se encontra por conta do COVID-19, cabe a população em geral analisar o que é fato e o que não é. Uma grande histeria coletiva coletiva ajuda a reduzir a transmissão do vírus? O que é histeria exatamente? Será somente um exagero ou “frescura” como alguns citam?

Histeria é uma palavra que foi apropriada para se referir a uma condição que substitui  o funcionamento normal do organismo por um efeito psicossomático, em caso de epidemias ou pandemias, uma histeria coletiva (termo esse que deveria ser substituído por pânico geral, pois histeria é originado de um termo pejorativo às mulheres), pode ser causada pola ansiedade ou pelo medo de se contaminação e, logo, não deve ser taxada como exagero ou bobagem, pois é algo que, em grande escala, trazem sintomas reais às pessoas como tontura, falta de ar, desmaios, náusea, entre muitos outros, o que confunde quem os sente.

Segundo o novo ministro brasileiro de saúde, Nelson Teich, a divulgação das previsões estudadas pelo Imperial College, um colégio  apenas causam reações que “geram mais problemas que solução” exatamente por criar falsos sintomas em pessoas com instabilidade ou fragilidade psicológica, é importante que em todo o mundo os dados reais sejam divulgados mas sem acrescentar nada. Médicos recomendam que a população siga as recomendações que a OMS (Organização Mundial de Saúde) está dando, bem como acompanhe e compartilhe apenas as notícias com fontes confiáveis, combatendo assim as chamadas “fake news”.

Em síntese, as medidas que devem ser tomadas são evitar as notícias falsas, manter a calma, bem como manter a  higiene, lavando sempre as mãos, esfregando com água e sabão, evitar o toque no rosto, principalmente olhos, boca e nariz, tornar regular o uso do álcool em gel, evitar contato físico com outras pessoas e compartilhar objetos pessoais, como talheres ou copos, evitar aglomerações e manter os ambientes sempre ventilados, pois seguindo as medidas de prevenção sem exageros, as chances de efeitos psicológicos surgirem caem.