Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 06/05/2020
O coronavírus tem afetado muito mais do que a saúde física das pessoas, a emocional está exposta a riscos também.
Os problemas psicopatológicos já estão causando preocupação pelo seu aumento de casos, tendo como consequência a publicação da OMS (Organização Mundial da Saúde) um artigo de recomendações para a proteção da mente das pessoas neste período. Nele é dito: “Seja empático com todos aqueles que são afetados, em e de qualquer país. As pessoas afetadas pelo COVID-19 não fizeram nada de errado e merecem nosso apoio, compaixão e bondade.” – ou seja, não se deve tratar mal pessoas de determinado país por elas serem daquela nacionalidade, visto que o mundo todo sofre com o vírus e cada um deve ajudar como pode.
O fato de não poder estar em contato com outras pessoas, pode causar ainda mais estresse, mas manter a mente ocupada é uma ótima opção. Com toda a modernização que há, pode-se ter uma comunicação e entrosamento com os entes queridos por videochamadas e os vários aplicativos de comunicação existentes, mesmo que distantes. Não é a mesma coisa, mas ajuda.
Para aliviar essa carga, que está sendo responsável por muita degradação mental dos indivíduos, é necessário cuidar com as tão famosas “Fake News”, sobre isso, podemos ler em outra parte das recomendações da ONU: “ “Trabalhe com fatos; não com rumores e desinformação”. Ela também diz: “Minimize assistindo, lendo ou ouvindo notícias sobre o COVID-19 que fazem com que você se sinta ansioso ou angustiado; procure informações apenas de fontes confiáveis […]” Deve-se regrar o tempo gasto procurando notícias sobre a pandemia, muita informação pode aumentar a ansiedade. Aproveite o momento para estar em família, fazer coisas que não podia antes por falta de tempo….
Por último, uma boa alternativa para o governo, seria que ele, ao passar informações transmitisse também esperança e otimismo para as pessoas, sendo realista, de uma forma não exagerada.