Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 13/05/2020

A doença do vírus Ebola (DVE) ou apenas Ebola surgiu inicialmente em 1976, em surtos simultâneos em países com a República Democrática do Congo e Sudão, mas em 2013 o mundo vivenciou a pior epidemia de Ebola da história, com mais de 28 mil casos confirmados e 11 mil mortes, o crescente números de mortos colocou países do mundo todo e a OMS (Organização Mundial da Saúde) em alerta para uma possível pandemia, o que em alguns países pode ter causado o que se conhece por histeria coletiva. Logo, é preciso combater primeiro a doença, para que como consequência haja a diminuição do histerismo.

Em primeiro lugar, surtos de doenças misteriosas são mais comuns do que pensamos, e muitas vezes o culpado é descoberto, as epidemias do período contemporâneo se disseminam com mais facilidade em razão ao grande fluxo de pessoas que podem carregar a doença de uma região para outra, fazendo com que haja um enorme aumento de números de infecciosos e consequentemente de mortes, gerando uma pandemia, como o caso recente do novo coronavírus (Covid-19).

Outrossim, há também o surgimento da histeria coletiva em meio a surtos de doenças, o que pode ser visto como mecanismo de defesa, mas a angústia pode ser transferida para o corpo, quando há estresse psicológico e físico geralmente relacionados ao cansaço ou as incertezas diante de cenários epidêmicos pode levar ao surto coletivo na presença de novos males, quando se enfrenta incertezas, pois a população deseja respostas e se não há respostas o medo tende a aumentar.

Diante dos argumentos apresentados, percebesse que para haver a diminuição da histeria coletiva, o Governo precisa intensificar o combate de fake news para que não haja um maior pânico na população, além disso as notícias em meios confiáveis também deve ser liberada para a sociedade, para que entendam sobre a doença, mas sem a necessidade de desespero, mas o horror só irá realmente acabar quando a epidemia acabar.