Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 07/05/2020
Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é representado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade é o oposto do que o autor prega, uma vez que epidemias são recorrentes e apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Epidemias na contemporaneidade acarretam diversas problemáticas inclusive à histeria coletiva. Esse cenário antagônico é fruto do descaso com a saúde emocional da população. Diante disso torna-se fundamental a discussão desses aspectos, afim do pleno funcionamento da sociedade.
Em primeira analise é importante ressaltar que tal problema se deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que se concerne a criação de mecanismos que caibam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil.
Ademais é imperativo ressaltar a disseminação de “Fake News” como promotor do problema. Partindo desse pressuposto podemos reconhecer que no atual cenário brasileiro não há monitoria de tais ações ilegais, assim como também a impunidade desses casos que por consequência circulam sem menor controle levando informações falsas e o desespero para dentro de nossas casas.
Assim, medidas urgentes são necessárias para conter o avanço da problemática. Com o intuito de mitigar o problema o Ministério da Saúde deve prover palestras ministradas por psicólogos e médicos em redes televisivas abertas e por redes sociais que abranjam a todos os públicos, levando orientações de como se lidar com a saúde mental e física em uma epidemia. Ademais cabe ao Ministério da Segurança Pública agir de maneira mais eficaz contra as “Fake News” implementado novas tecnologias de combate ao crime. Desse modo, atenua-se, à médio e longo prazo o impacto nocivo da histeria coletiva, e a coletividade alcançara a Utopia de More.