Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 10/05/2020
Muito se tem discutido, recentemente, acerca de epidemias e histeria coletiva. Começando, vamos esclarecer melhor o que é cada um. Epidemia é quando determinada doença explode em todo o país, podendo então, exemplificar como o H1N1 ou o novo COVID-19: ambas doenças são respiratórias e tem como característica se espalhar facilmente. Já a histeria coletiva é definida pela manifestação dos semelhantes sintomas histéricos pela população, quando a mesma passa por algum momento difícil. A histeria é inquestionavelmente desnecessária, apenas causando mais malefícios para a sociedade como um todo.
No Brasil, nesse domingo (10) passamos de 10 mil casos oficiais de mortes pelo COVID-19. A quarentena no estado de São Paulo foi prorrogada até dia 31 de maio, resumindo assim, 67 dias de isolamento social. Capítulos como esse causam medo e ansiedade na população pela incerteza de como será sua vida nos próximos meses. Noticias fortes fornecidas pela mídia são consideradas motivo de pânico para a sociedade, entretanto necessárias para que à população fique informada.
Durante uma epidemia, o problema da histeria ainda não é solucionado pois o Estado, tendo que lidar com os casos da doença, não da atenção necessária a tudo o que à histeria causa.
Fatores como saneamento básico, hábitos de higiene precário, estresse, entre outros, aumentam o número de casos da doença, portanto, o Ministério do meio Ambiente precisa trabalhar para que a vida da população melhore e não haja a explosão de casos da doença. De conformidade com o que dizia o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, assim para que haja uma queda na histeria coletiva é de suma importância que a população tenha mais auto-controle emocional e, irão adquiri-la com a ajuda de profissionais da saúde disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Essa ajuda irá acontecer através de palestras dos profissionais ou se necessário, consultas com psicólogos.