Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 15/05/2020
As epidemias no nupérrimo atual são dificuldades as quais toda comunidade está sujeita a se contaminar seja diretamente ou indiretamente, acarretando diversas problemáticas dentro do âmbito comum de certa localidade, como crise econômica, social e dentre outros. Dadas tais informações, cabe a abordagem desses impasses que o mesmo pode ocasionar. A priori, infere-se que quando é decretado um estado de epidemia se causa grande tensão no meio comunitário, as informações invadem as redes sociais, noticiários e todos os meios de comunicação, provocando temor a certa sensação de epílogo. Essa situação suscita não apenas questões relacionadas a saúde de determinado ser, mas promovendo desequilíbrio financeiro de certa localidade ou meio de renda próprio e familiar que é necessário para a realização de compras alimentícias, fármacos e outros compostos para amparar um indivíduo. Fazendo assim com que partes sociais carentes fiquem mais propícias a uma maior contaminação em fome, sede e até mesmo infecção da doença epidêmica. Por conseguinte, o escritor português Vergílio Ferreira faz o seguinte questionamento “Numa epidemia a morte é desvalorizada. Porque não se desvaloriza no nosso cotidiano, que é como se houvesse também uma epidemia, embora o retardador?”, mediante tal perspectiva, observando o cenário do corpo social, pode-se afirmar que a alusão do escritor se faz presente, pois para que chegue a tal ponto de definição epidêmica se tem significativa de que bases maiores não estão conseguindo manter equilíbrio diante do cenário ocorrido, ocasionando o vasto número de contágios e mortes dentro da zona propicia a ser eivada, mostrando a real situação de que meios de saúde não estão devidamente preparados diante uma situação seria e repentina. Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço de tais impasses, cabe ao ministro da economia juntamente com ministério da saúde crie medidas para que não gere um colapso econômico onde famílias não sintam ausência de meios alimentícios e criação de novos leitos hospitalares.