Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/05/2020
Fato marcante foi a pandemia da Peste Negra, em meados do século XIV, que desencadeou a morte de milhares de pessoas. Ademais, o medo da doença formou a hipótese que a contaminação estava ligada ao mal cheiro dos corpos putrificados. Não obstante, hodiernamente as epidemias são temidas e problematizada pela histeria coletiva, sendo incongruente com o Estado que garante saúde. Por certo, tais fatos estão ligados ao exagero midiático somado ao desconhecimento do assunto.
Inicialmente, os jornais transmitem todos os dias notícias apavorante, implantando o terror na sociedade. Certamente o destaque atual é a pandemia do COVID-19, onde a principal informação é o crescente número de mortos. Observando esse cenário, percebe-se que a desordem na sociedade intensificou, com indivíduos correndo aos mercados para estocar alimento, junto a falta de empatia e a violência. Assim é necessário medidas para assegurar a população e evitar aglomerações.
Em seguida, o desconhecimento da doença implica na histeria coletiva. Partindo desse pressuposto, os sintomas do coronavírus - febre, tosse, cansaço - são similares a diversas doenças, formando a ideia que necessariamente adquiriu o COVID-19, lotando hospitais, local propício a contaminação. Dessa forma, é valido desvincular a cultura Ocidental apoiada no medicamento, e promover a prevenção.
Diante dos fatos supracitados, entendem-se os principais fatores das epidemias ligado a histeria coletiva. Desse modo, cabe ao Ministério da saúde assegurar a população, por meio de palestras e das redes sociais, elucidando a população sobre o assunto, com intuito de melhorar a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Com efeito, será possível reverter esse panorama.