Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 01/09/2020

consequência do novo mundo

É relevante abordar que, com o advento da globalização, tem-se um maior fluxo de pessoas e, consequentemente,  agentes patológicos. Nessa ótica, fica evidente que com a possibilidade de alastramento das doenças, crie-se  uma histeria coletiva, como houve com a gripe espanhola de 1918. Nesse sentido, torna-se relevante abordar essa problemática contemporânea.

A priori, epidemias exercem fortíssima influência na economia, acarretando em desempregos e problemas sociais. Uma prova macro disso foi a pandemia do Covid-19 de 2019, que paralisou o mundo e todos tiveram de ficar em quarentena. Com isso, houve um aumento recorde no numero de separações, suicídios e depressões, o que prova das negativas consequências  psicológicas decorrentes do enclausuramento.

Simultaneamente, do ponto de vista biológico, a falta de interação social, principalmente nos animais mamíferos, gera uma serie de distúrbios emocionais. Uma evidência disso é a síndrome de Hikikomori, mais conhecida como a síndrome do isolamento social, onde os indivíduos acabam por ter uma vida reclusa, optando por não sair de casa e interagir com outras pessoas por medo de doenças e por considerarem o mundo hostil. Logo, em um mundo de epidemia, problemas secundários de caráter socioemocional , como o exposto, se fazem muito presentes.

Fica claro, então, que as epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva são grandes fraquezas da globalização. Portanto, para evitar colapsos econômicos, sociais e psicológicos, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, por meio do investimento de verbas públicas, criar instituições cientificas de biomedicina  e financiar os estudos de jovens cientistas. A fim de que haja medidas para combater os agentes infecciosos e para que, no futuro, tenhamos um mundo livre de enfermidades.