Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 02/07/2020

Segundo notícias, de jornais e telejornais os anos de 2015, 2016, 2017, 2018 e de janeiro a outubro de 2019, foi marcado pela presença da epidemia do zika vírus no Brasil. Foram, registrados 18.282 casos suspeitos. As maiores, vítimas dessa doença foram as crianças de colo e suas mães durante sua gestação.

Oque aconteceu com as crianças? elas, sofreram alterações em seu crescimento e desenvolvimento. Quantos estavam sob investigação? De 2.659 ( 14,5%) ainda estavam sob investigação.

Quando a epidemia, foi anunciada no ano de 2015, os casos suspeitos foram notificados de 18.282, 2.241 desses números foram excluídos (12, 3%) após a investigação e 13.382 tiveram investigação encerrada.

Mais, de 85% dos casos confirmados de malformação causadas pelo zika, atingiu crianças ou recém-nacidos outros 15% eram fetos,  natimortos, ou geraram mortos. De acordo, com ministério 62% receberam atendimento na atenção primária e outros 60% no Sistema Único de Saúde.

O zika, na época foi detectado pela primeira vez no Nordeste por ser uma região calorosa, lá ocorreram mais da metade dos casos suspeitos síndrome congênita que virou epidemia nos anos 2015, 2016 e início de 2017, então Bahia e Pernambuco foram os estados mais afetados da região. Então foram, estabelecidas algumas medidas preventivas contra o zika: eliminar focos de água parada, e usar repelente.

Concluímos, que a Organização Mundial da Saúde reconheceu essa epidemia que é um conjunto de malformações e problemas apresentadas pelos bebês. Que, tiveram suas mães infectadas pelos vírus da zika durante a sua gestação a microcefalia foi uma das consequências causadas pela epidemia. As, crianças tiveram seu sistema nervoso central apresentando epilepsia, deficiências auditivas e visuais, e prejuízo no desenvolvimento psicomotor causando efeitos negativos sobre os seus ossos e articulações.