Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/06/2020

Esse texto trata de um problema urgente, sério e que precisa ser discutido. Trás a tona as consequências de uma país quebrado e sem incentivo e suas consequências se perpetuado.

Hoje às estatísticas mostram o quanto doutores, mestres e graduados do Brasil não vêem futuro e estrutura no próprio país para perpetuar suas pesquisas e profissão, causando assim uma diáspora dos cérebros nacionais em busca de outros lugares propícios a seu crescimento intelectual e profissional.

São desafios que precisam ser superados, a fuga dos nossos cientistas podem e são um atraso ao desenvolvimento do Brasil. É histórico e comprovado que o investimento a ciência e tecnologia em um país é sinônimo de avanço econômico, social e político. Iniciativas de incentivo a educação e estímulo a jovens cientistas do ensino básico e universitário já se mostraram armas valiosas contra a crise que vivemos.

Hoje o Brasil não é um ambiente que se mostra propenso a armar nossos cérebros, ele possui cortes, desestímulos, estudantes precisam sair nas ruas gritando por direitos. Estudantes da rede pública se vêem atrasados. Estudo deveria ser um direito e não uma conquista. Enquanto estudar e se informar ainda for um privilégio, e um privilégio quebrado, vamos continuar saindo do país em busca de oportunidades melhores, ambientes estimulantes e perpetuação do nosso potencial.

Por fim conclui-se que é mais que necessário pressionar e cobrar nossos direitos para que as novas gerações de inteligência que vem chegando não se sintam obrigados a fugir em busca de uma nacionalidade que os incentive mais.