Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 13/06/2020
As epidemias são um problema recorrente na história da humanidade. Na realidade brasileira do século 21, por exemplo, luta-se todos os anos contra a epidemia da dengue. Apesar dos avanços na medicina, tem-se, atualmente, as “fake news” que pela desinformação causam um alarmismo popular. Sendo assim, urge que medidas sejam tomadas para minimizar a histeria coletiva nas epidemias contemporâneas, motivada não só pelo negacionismo, mas também pelo sensacionalismo.
A priori, vale ressaltar que o negacionismo anestesia a população brevemente, porém a medida que o tempo passa cria-se uma histeria ainda maior. A exemplo disso tem-se a situação alemã frente a pandemia do coronavirus, que no começa era menosprezada pela população, porém com o crescimento do número de morte ocorreu o esvaziamento das prateleiras do supermercado, que para evitar o esvaziamento total do resto do estoque aplicou o racionamento nas vendas. Dessarte, fica-se óbvio os males do negacionismo para a coletividade.
Sob outro prisma, vê-se como catalizador do desespero desnecessário o sensacionalismo. Fica-se explícito uma dessas facetas ao observar o youtuber e pesquisador Átila Marinho que previu em seu canal que o Brasil teria 1 milhão de mortes pelo CODVID19, levando ao esgotamento de recursos médicos básicos em todo país. Dessa forma, observa-se os frutos do sensacionalismo, já que no mundo não se chegou a metade do previsto.
Destarte, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para tanto o Governo Federal junto ao Ministério das Telecomunicações deve investir em publicidade em redes sociais e sites para informar as pessoas sobre a real situação sanitária de sua região e as medidas que estão sendo tomadas para resolve-las. Além de criar uma secretaria no mesmo Ministério como o objetivo de investigar os produtores de “fake news” e puni-los. Afim de minimizar a histeria coletiva e resolver as situações epidemiológicas mais rapidamente.