Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 18/06/2020
Desde o começo da existência humana, as pessoas sofrem com doenças epidêmicas. Na antiguidade, os seres humanos morriam em sofrimento com a peste negra, doença essa que dizimou mais da metade da população europeia.
Hoje, o mundo enfrenta a mais recente pandemia, o COVID-19, popularmente conhecido como Coronavírus o qual surgiu na cidade de Wuhan na China e que, em pouco tempo, se espalhou pelo mundo inteiro afetando principalmente os idosos e pessoas com doenças pré-existentes como, por exemplo, diabetes, asma e hipertensão.
Diante desse novo cenário de insegurança e medo, que nos leva a uma histeria coletiva, autoridades em saúde se mobilizaram rapidamente para equipar hospitais e postos de pronto atendimento com aparelhos adequados para dar o socorro imediato aos doentes, uma vez que o vírus afeta principalmente o aparelho respiratório do indivíduo.
Todavia, somente essa atitude não é suficiente para manter o número de afetados estabilizado, pois como o vírus se propaga muito rápido, esse trabalho de combate ao COVID-19 deve ser feito em conjunto com a população mediante o uso adequado de máscaras de proteção, lavando bem as mãos, uso de álcool em gel e, é claro, respeitando o distanciamento social.
Pensando na eficácia das medidas de prevenção citadas, o município juntamente com o governo estadual e federal, devem intensificar a fiscalização em ambientes públicos e promover mais campanhas de conscientização através das redes sociais que possam atingir um número máximo de pessoas sensibilizando-as quanto à letalidade do vírus.
Dessa forma, será possível desafogar os leitos de UTI dos hospitais tentando recuperar a normalidade da vida em comum e priorizar, a partir de então, a produção de uma vacina eficaz contra o vírus com acessibilidade a toda população.