Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 23/06/2020
Na história do Brasil, em 1563 o país passou pela primeira epidemia relatada logo a pois a vinda dos portugueses, a varíola atingindo principalmente os índios, a doença foi erradicada segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS) em 1980, porém outras surgiram. Além disso, a histeria coletiva acerca das epidemias apresenta desafios, identificados na falta de conhecimento populacional e na divulgação de informações falsas.
Primordialmente, o mundo é repleto de cidades que apresentam dificuldades sociais, fator que acarreta na falta de saneamentos básicos e de redes de esgotos, favorecendo o aparecimento de patologias. Conforme o site de informações Estadão, “São 72,4 milhões de brasileiros em residências que não estão ligadas às redes de esgoto”. Desta forma, as construções de baixa qualidade, e o contato diário com ambientes sem higiene são situações que deixam a população mais vulnerável a enfermidades e favorecem a contraírem infecções.
Outrossim, a educação virtual é uma maneira importante para detectar informações falsas em noticiários em épocas de epidemias, e assim evitar um pânico desnecessário. De acordo com o defensor Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Deste modo, a falta de conhecimento das pessoas hiperconectadas faz com que elas acreditem em notícias falsas, e assim sofram um temor exacerbado.
Destarte, com objetivo de solucionar as mazelas referentes as epidemias mundiais, são necessárias intervenções. Neste contexto, compete ao Governo atrelado ao Ministério da Saúde, promoverem campanhas por meio das redes midiáticas do governo, com um uso constante e a realização de diversas publicações acerca dos problemas, como : os modos de transmissões, os números de casos e os sintomas das enfermidades, principalmente nas épocas de surto, com objetivo de alertar toda a sociedade acerca de notícias verdadeiras, diminuindo assim, a histeria coletiva.