Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 26/06/2020
Desde os primórdios da humanidade, a vida humana sofre com o aparecimento de diversas epidemias, as quais são as grandes causadoras da histeria coletiva. No século XIV, a Peste Negra, por exemplo, foi um dos maiores surtos epidêmicos da história mundial. A doença era contraída a partir do contato humano com pulgas infectadas pela bactéria “Yersinia pestis”, presente em ratos. Nos dias atuais, não é diferente, em diversos países, as epidemias vem aumentando desordenadamente, sendo diariamente noticiadas na televisão, redes sociais, sites e em meios de comunicação de todo o planeta. Logo, urge relatar as causas e consequências desses problemas a fim de encontrar soluções reais.
É notório que, nos dias de hoje, comenta-se com frequência sobre a pandemia do COVID-19, cujo vírus teve seu primeiro caso na China, na cidade de Wuhan. Os números do “Coronavírus” crescem cada vez mais, pois já foram confirmados mais de 9.641.472 casos e aproximadamente 489.990 mortes no mundo de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). As notícias falsas, as falhas nas medidas preventivas e as saídas do isolamento social são fatores que dificultam o combate ao vírus, ainda que o Governo Federal esteja se pronunciando frequentemente, com a perspectiva de conscientizar a população sobre o COVID-19. No entanto, além da pandemia atual, existem outros problemas para se combater, como a propagação em massa de inúmeras outras doenças que propiciam a histeria coletiva, como a dengue, a cólera, o ebola, a AIDS, entre outras.
Contudo, muitos são os fatores que podem causar o surgimento de novas epidemias. A falta de saneamento básico, a poluição, as condições climáticas e as mutações são alguns fatores que favorecem o aumento de casos de uma doença. Ademais, as epidemias surgem hoje com mais facilidade em relação ao deslocamento de pessoas que podem levar uma doença de uma região para outra, além de acentuar problemas como o aumento do índice de desemprego e a fome, alcançando números surreais que dificultam a boa qualidade de vida da população.
É evidente que diante das inúmeras epidemias, a histeria coletiva está cada vez mais frequente. Portanto, torna-se fundamental que o Governo Federal tome medidas junto a todo o meio político com o intuito de evitar ao máximo a queda de desemprego e o aumento da fome com projetos de auxílio financeiros a todos os autônomos e a todas as empresas que necessitarem, além de juntamente com o Ministério da Educação e as escolas realizar ações educativas, criando campanhas nas mídias sociais a fim de conscientizar a população sobre os riscos de uma epidemia. Por fim, a OMS, os representantes de cada país e toda a sociedade em conjunto podem com orientações conscientes e projetos amenizar a disseminação das doenças e a propagação das histerias coletivas.