Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 01/07/2020

Histeria em sociedade

O termo “histeria” é visto desde os anos que antecedem a Cristo, sendo utilizado primeiramente por Hipócrates, um grande filosofo considerado “pai” da medicina, para se referir a uma suposta condição médica relacionada à instabilidade emocional presente em mulheres. A Ideia foi recuperada no século XIX e aprimorada por Sigmund Freud, para ele a histeria seria causada por vivências traumáticas reprimidas. Dessa forma, a crença inicial que relacionava a histeria diretamente e somente a mulheres, caiu em desuso.

Quando relacionada a coletividade, a histeria pode representar um grande desafio para os governantes de determinada sociedade. “Trata-se de uma reação coletiva ao estresse que leva a uma super estimulação do sistema nervoso”, diz o sociólogo médico americano Robert Bartholomew, ou seja, a Histeria em massa pode ter seu início devido um grande evento que afete uma parte, ou toda a sociedade.

Tida em um panorama epidêmico, ou até mesmo pandêmico como o de Corona Vírus (COVID-19), a histeria coletiva é extremamente prejudicial para a sociedade envolvida, visto que, além de ter que lidar com a doença que teria causado o surto epidêmico, os representantes da sociedade ainda teriam de lidar com um grupo histérico. Assim, esse comportamento pode atrasar o desenvolvimento de alguma cura para a doença e também enfraquecer o governo.

A falta de informações, ou por não serem liberadas para a população ou simplesmente pela falta de interesse, a circulação de notícias que faltam com a veracidade e até mesmo o excesso de informações, em forma de obsessão, podem causar a histeria em massa em meio a uma epidemia. Portanto, em virtude dos fatos, o melhor a se fazer é evitar a histeria, mantendo-se devidamente informado e longe de boatos e “fake news”, que podem causar maior desconforto e dissabor, outra forma de prevenir maior estresse é envolvendo-se com atividades saudáveis, que o mantenham relaxado.