Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 02/07/2020
Desde a antiguidade as Epidemias tem sido um motivo de grande preocupação e aluardes ao redor do mundo e atualmente não são nenhuma novidade, porém, ainda sim é comum as pessoas se surpreenderem com o surgimento de uma nova doença ou vírus, que por muitas vezes acaba sendo transmitido de maneira assustadora e espantosa, não se tendo controle algum sobre o espalhar da doença pelos mais variados locais.
Exemplos dessa situação é um dos casos de epidemia mais antigos da história, datado entre 430-427 a.C, ficou conhecida como peste de Atenas que causou a morte de aproximadamente 35% da população. O nome sugerir que se tratou de um surto de peste bubônica, os estudiosos sugerem que a doença que atingiu a cidade grega não foi essa. Um estudo conduzido no começo do século XXI com base em ossadas de uma vala comum encontrada chegou à conclusão da ocorrência de febre tifoide.
Como se já não bastasse todo o caos e desespero que ocorreu na Grécia, as epidemias continuaram ocorrendo ao redor do mundo, dessa vez na África, um dos mais conhecidos surtos epidêmicos da História, o tão temido ebola, doença gravíssima que poderia matar tanto seres humanos quanto primatas. Esse vírus foi identificado em regiões do Sudão e da República Democrática do Congo, ambos países do continente africano e acredita-se que uma espécie de morcego tenha sido a transmissora do vírus.
Portanto em meio a tantos casos de epidemias no passado e até mesmo atualmente, é necessário que sejam tomadas providencias de antecipação e prevenção, com o investimento de novas tecnologias de analise e combate a vírus malignos, por meio de Organizações de Saúde nacional e Internacional Como a ONU (Organização das nações Unidas) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), para que com estes recursos eles possam capacitar profissionais e estudiosos da área, a realizarem ações mais eficazes no combate a ataques epidêmicos.