Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 03/07/2020

Epidemias e o emocional

O surto da varíola que matou centenas de pessoas na cidade de Salvador, é retratado no livro “Capitães de Areia” de Jorge Amado. Com isso, o Brasil tornou-se campo de doenças epidêmicas, no qual causou grande histeria da população. Reflexo da falta de saneamento básico nos centros urbanos e à negligência do corpo social diante da higienização.

Sendo assim, a análise desse contexto é indispensável. É evidente que a ausência do saneamento básico contribui para a propagação de doenças. Seja pela ineficácia do planejamento das cidades ou falta da coleta de lixo. Na Idade Média, os despejos eram jogados nas estradas dos vilarejos, consequentemente aumentando a proliferação de patógenos. A negligência da sociedade, deve-se pela má higienização, tanto pessoal, quanto coletiva.

Em pleno século XXI, estamos vivenciando uma pandemia, COVID-19, não há explicações claras do surgimento dela. Entretanto, alguns indivíduos não executam os devidos cuidados, sendo assim, a probabilidade de transmitir a doença são maiores. O emocional dos indivíduos, sempre que passam por uma crise, sai afetado.

Portanto é necessária a atuação do Ministério da Saúde, fiscalizar cidades que apresentam pouca infraestrutura e reforçar as limpezas, tanto nos rios, e no ambiente público, por meio de verbas governamentais, a fim de diminuir as contaminações pandemias. As Escolas devem incentivar os estudantes a higienizar suas próprias mãos e matérias que tenham contato, com o intuito instruí-los a prevenção de doenças.