Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 04/07/2020
No livro “Capitães de Areia” de Jorge Amado, é retratado o surto da varíola que matou centenas de pessoas na cidade de Salvador. Análogo a isso, o Brasil tornou-se campo de doenças epidemicas, no qual ocasionou grande histeria coletiva.Isso se deve da falta de saneamento básico nos centros urbanos e à negligência do corpo social diante da higienização. Logo, faz-se indispensável a análise dessa problemática.
Em primeira análise, é evidente que a ausência do saneamento básico contribui para a propagação de doenças. Seja pela ineficácia do planejamento das cidades, seja pela falta da coleta de lixo. Na Idade Média, os despejos eram jogados nas estradas dos vilarejos, consequentemente aumentando a proliferação de patógenos. Similarmente no Brasil, surgiu a leptospirose - infecção humana seguida de febre - relacionada a locais com saneamento precário, tendo em vista o roedor como transmissor.
Ressalta-se, ademais, que a negligência da sociedade, deve-se pela má higienização, tanto pessoal, quanto coletiva. Segundo a letra da música de Geraldo Vandré, “Pra não dizer que falei das flores” afirma - Quem sabe faz a hora/não espera acontecer - é nítida que a ação humana relacionada a prevenção de enfermidades, torna-se essencial para a qualidade de vida. Entretanto, alguns indivíduos inadverte os cuidados, sendo assim, a probabilidade de transmitir os distúrbios são maiores.
Portanto é necessária a atuação do Ministério da Saúde, fiscalizar cidades que apresentam pouca infraestrutura e reforçar as limpezas, tanto nos rios, tanto no ambiente público, por meio de verbas governamentais, a fim de diminuir as contaminações pandemias. Também cabe as Escolas incentivar os estudantes a higienizar suas próprias mãos e matérias que tenham contato, com o intuito instruí-los a prevenção de doenças.