Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 04/07/2020
Relativo às epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva, convém analisar tanto aspectos positivos quanto negativos; se por um lado, muitas empresas acabam lucrando muito com o pânico das pessoas, por outro, a economia é muito afetada e a epidemia acaba sendo mais uma tortura psicológica do que um vírus em si.
Inicialmente, é possível afirmar que, muitas empresas de higiene, produtoras de máscaras, álcool em gel, luvas e outros utensílios estão faturando muito na pandemia do coronavírus. De acordo com o presidente do conselho de economia do DF, césar bergo, “alguns segmentos devem crescer, como por exemplo o farmacêutico e o alimentício”, o que realmente aconteceu, com a opção de levar os produtos para a casa das pessoas muitos empregos surgiram nesse rumo, possibilitando uma segunda alternativa para quem não pode trabalhar em casa.
No entanto, muitas pessoas estão surtando com o COVID-19, achando que é completamente proibido sair de casa devido a enorme repercussão do problema. Essas pessoas não estão erradas em pensar isso, na verdade elas são induzidas a ter tal ideia, afinal, em vez do jornal apenas informar a população de como se prevenir da doença, ele fala muito mais sobre as mortes causadas até agora. Um exemplo é o G1 fazendo uma matéria sobre o Brasil ter 1.264 mortes em apenas um dia, a única reação que ele causa nas pessoas com essa notícia é medo, além de não ajudar as pessoas, as deixa em pânico.
Assim, pode-se concluir que, a pandemia do coronavírus trouxe muitos benefícios para os mercados alimentícios e farmacêuticos, que utilizando dos meios de transporte, podem entregar o produto na casa das pessoas, o que gerou um aumento de empregos na área. Porém muitos jornais estão usando o assunto para assustar as pessoas e assim fazer com que elas tenham mais pânico, logo, o ministério da saúde deveria acusar os jornais de tortura psicológica na justiça, e assim obrigar eles à procurarem outros conteúdos para expor na TV.